-

O Exercício Espiritual da Via Sacra -

Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas? -

Quaresma, tempo de jejum e penitência -

O que a Igreja orienta sobre o jejum e abstinência de carne? -

Confira os dias e locais de Confissões em preparação para o Natal -

7 meios espirituais para aproveitar ao máximo o Advento -

Por que os anos litúrgicos são divididos em A, B e C? -

5 pensamentos do Papa Francisco sobre Vocação -

Maria: o segredo das famílias santas -

Dez destinos no mundo para o peregrino católico -

Confira os dias e locais de Confissões em preparação para a Páscoa -

Confira os horários das Celebrações de Quarta-feira de Cinzas -

Papa: o cristão é como São José, deve proteger -

Um novo ano começou e quais são seus planos, sonhos e metas? -

Confira os horários das Celebrações de Natal e Ano Novo -

Por que celebramos, na Igreja, a Festa de Cristo Rei? -

Fomos criados no tempo para sermos eternos -

10 razões para amar e honrar a Virgem Maria -

A Eucaristia e a Missão -

Papa: voltem à Missa, a Eucaristia é real, não virtual
Papa aponta para o ecumenismo: caminhar, rezar e trabalhar juntos
Vatican News › 21/06/2018

Definindo-se um “peregrino em busca de unidade e de paz”, o Papa Francisco participou da oração ecumênica na sede do Conselho Mundial de Igrejas, em Genebra.
O Papa Francisco deixou o Vaticano na manhã desta quinta-feira (21/06) para uma peregrinação ecumênica a Genebra.
Depois de uma hora e 40 minutos de voo, o Pontífice chegou à cidade suíça por volta das 10h, onde foi recebido pelo Presidente da Confederação Helvécia, Alain Berset, no aeroporto internacional da cidade para uma breve cerimônia de boas-vindas e um encontro privado.
Na sequência, o Papa se transferiu de carro até o Centro Ecumênico do Conselho Mundial de Igrejas, pois justamente este é o motivo dessa peregrinação: celebrar os 70 anos desta instituição, criada depois da II Guerra Mundial.
Mais de 500 milhões de fiéis
O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) é a maior organização mundial do movimento ecumênico, com o mais alto número de membros: são 345 comunidades cristãs de mais de 110 países, com exceção da Igreja Católica, e compreende reformados, luteranos, anglicanos metodistas, batistas, ortodoxos e outras Igrejas. Representa mais de 500 milhões de fiéis em todo o mundo, cuja sede é Genebra.
No Centro Ecumênico do CMI, realizou-se uma oração comum, com a participação de cerca de 230 pessoas – ocasião em que o Pontífice pronunciou o primeiro discurso do dia.
Caminhar segundo o Espírito
Inspirado na leitura extraída da Carta aos Gálatas, Francisco propôs uma reflexão sobre a expressão “Caminhar segundo o Espírito” .
“Caminhar segundo o Espírito é rejeitar o mundanismo. É escolher a lógica do serviço e avançar no perdão. É inserir-se na história com o passo de Deus: não com o passo ribombante da prevaricação, mas com o passo cadenciado por «uma única palavra: Ama o teu próximo como a ti mesmo» (Gal 5, 14).”
No decurso da história, afirmou o Papa, as divisões entre cristãos deram-se porque na raiz, na vida das comunidades, se infiltrou uma mentalidade mundana: primeiro cultivavam-se os próprios interesses e só depois os de Jesus Cristo. A direção seguida era a da carne, não a do Espírito.
“Mas o movimento ecumênico, para o qual tanto contribuiu o Conselho Ecumênico das Igrejas, surgiu por graça do Espírito Santo”, recordou o Papa.
Ser do Senhor
É preciso escolher ser de Jesus antes que de Apolo ou de Cefas, antepor o ser de Cristo ao fato de ser «judeu ou grego», ser do Senhor antes que de direita ou de esquerda, escolher em nome do Evangelho o irmão antes que a si mesmo.
A resposta aos passos vacilantes, prosseguiu o Papa, é sempre a mesma: caminhar segundo o Espírito, purificando o coração do mal, escolhendo com obstinação o caminho do Evangelho e recusando os atalhos do mundo.
“Depois de tantos anos de empenho ecumênico, neste septuagésimo aniversário do Conselho, peçamos ao Espírito que revigore o nosso passo. (…) Que as distâncias não sejam desculpas! É possível, já agora, caminhar segundo o Espírito. Rezar, evangelizar, servir juntos: isto é possível. Caminhar juntos, rezar juntos, trabalhar juntos: eis a nossa estrada-mestra.”
Unidade
Esta estrada tem uma meta concreta: a unidade. A estrada oposta, a da divisão, leva a guerras e destruições. “O Senhor pede-nos unidade; o mundo, dilacerado por demasiadas divisões que afetam sobretudo os mais fracos, invoca unidade.”
Francisco conclui seu discurso definindo-se um “peregrino em busca de unidade e de paz”. “Agradeço a Deus porque aqui encontrei irmãos e irmãs já a caminho. Que a Cruz nos sirva de orientação, porque lá, em Jesus, foram abatidos os muros de separação e foi vencida toda a inimizade: lá compreendemos que, apesar de todas as nossas fraquezas, nada poderá jamais separar-nos do seu amor.
Por Vatican News
-

6 práticas concretas para viver a Quaresma -

Por que 40 dias de Quaresma? -

Guia para uma boa confissão -

Os benefícios da Eucaristia para a vida interior -

Dicas para formar a espiritualidade na família -

O que é essencial nesta vida? -

“Orar pelos mortos expressa uma profunda comunhão e ajuda recíproca” -

Você conhece o verdadeiro significado da Ave-Maria? -

5 conselhos práticos para uma boa oração com a Bíblia -

Como a Bíblia foi escrita? -

Por que confessar-se? -

Como despertar o valor da Santa Missa nas crianças? -

Saiba o que o Catecismo ensina sobre a Eucaristia -

O que é exatamente a missa e por que preciso ir a ela todo domingo? -

Um guia para ajudar seu filho a descobrir sua vida espiritual -

Boas maneiras que você deve adotar na Missa -

Preciso me confessar antes de voltar à Missa? -

Da Regra de São Bento para todo cristão: os instrumentos das boas obras -

Como amar mais e melhor -

Os 12 frutos do Espírito Santo


