Paróquias

Comunidade celebra São João Paulo II de 19 a 22 de outubro

Católico Digital › 16/10/2017

A comunidade São João Paulo II, pertencente a Paróquia Cristo Rei, em Salto (SP), celebra de 19 a 22 de outubro as festividades em louvor ao seu padroeiro.

A programação religiosa conta com tríduo preparatório entre os dias 19 e 21 de outubro, às 19h30, e no domingo, dia 22, às 10h, a procissão, seguida de missa solene, presidida pelo Padre Enéas de Camargo Bête.

Confira a programação:

19 de outubro (5ª feira)
19h30: Missa (Padre Juverci)

20 de outubro (6ª feira)
19h30: Missa (Padre Adriano)

21 de outubro (sábado)
19h30: Missa (Padre André)

22 de outubro (domingo)
10h: Procissão, seguida de Missa Solene (Padre Enéas)
Obs.: a procissão sairá da Rua André Telha (próximo ao Posto de Saúde).

A Comunidade São João Paulo II está localizada à Rua Zalfieri Zani, nº 135, no Jardim Saltense, em Salto (SP).

São João Paulo II

São João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920, em Wadowice, na Polônia. Foi batizado com o nome de Karol Wojtyła.

Em outubro de 1942, entrou no seminário de Cracóvia clandestinamente, por causa da invasão comunista em seu país, e a 1º de novembro de 1946, foi ordenado sacerdote. Em 4 de Julho de 1958, o Papa Pio XII nomeou-o Bispo auxiliar de Cracóvia. Tendo em vista sua espiritualidade mariana, Karol escolheu como lema episcopal a conhecida expressão Totus Tuus, de São Luís Maria Grignion de Montfort, grande apóstolo da Virgem Maria. A ordenação episcopal de Wojtyla ocorreu em 28 de setembro do mesmo ano. No dia 13 de janeiro de 1964, foi eleito Arcebispo de Cracóvia. Em 26 de junho de 1967, foi criado Cardeal por Paulo VI. Na tarde de 16 de outubro de 1978, depois de oito escrutínios, foi eleito Papa.

A espiritualidade mariana de São João Paulo II o levou a uma vida inteiramente dedicada a Deus, principalmente os seus mais de 25 anos de pontificado, um dos mais longos da história da Igreja. Olhando para a vida de João Paulo II é possível aprender a espiritualidade que o fez um dos Papas mais extraordinários de todos os tempos e que o elevou rapidamente à glória dos altares.

Ainda seminarista, um livro clássico de espiritualidade mariana o ajudou a tirar as dúvidas que tinha em relação a devoção a Nossa Senhora e a centralidade de Jesus Cristo na vida e na espiritualidade católica. A obra que marcou profundamente a vida e consequentemente a espiritualidade de Karol Wojtyla foi o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignion de Montfort. Falando às Famílias Monfortinas, o Papa João Paulo II disse que o Tratado é um “texto clássico da espiritualidade mariana”, que teve singular importância em seu pensamento e em sua vida. Segundo o Santo Padre, o Tratado é uma “obra de eficiência extraordinária para a difusão da ‘verdadeira devoção’ à Virgem Santíssima”. São João Paulo II experimentou e testemunhou essa eficácia do Tratado em sua própria vida:

“Eu próprio, nos anos da minha juventude, tirei grandes benefícios da leitura deste livro, no qual ‘encontrei a resposta às minhas perplexidades’ devidas ao receio que o culto a Maria, ‘dilatando-se excessivamente, acabasse por comprometer a supremacia do culto devido a Cristo’. Sob a orientação sábia de São Luís Maria compreendi que, quando se vive o mistério de Maria em Cristo, esse risco não subsiste. O pensamento mariológico do Santo, de fato, ‘está radicado no Mistério trinitário e na verdade da Encarnação do Verbo de Deus’”.

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